BEĨ: 'um pouco mais', em tupi
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Uma editora que oferece mais

A palavra BEĨ – “um pouco mais”, em tupi – define com precisão o espírito de quem busca superar limites em cada projeto que executa. Desde sua fundação, a BEĨ Editora vem se diferenciando pela originalidade das suas publicações. Seu catálogo hoje reúne cerca de sessenta títulos, que têm em comum o ineditismo dos temas e a qualidade dos projetos gráficos, e que são freqüentemente enriquecidos com imagens exclusivas de fotógrafos, ilustradores e artistas plásticos consagrados.

A trajetória começou em 1990, com o lançamento do livro As ervas do sítio, da herborista Rosy Bornhausen. A edição, primorosa, garantiu à obra um lugar entre as mais vendidas daquele ano. A esse título seguiram-se outros, voltados principalmente à gastronomia, às artes e ao bem-estar, como As ervas na cozinha, também de Rosy Bornhausen, Fragmentos de um dia extenso, do artista plástico Sergio Fingermann, Alex Atala: por uma gastronomia brasileira, do renomado chef paulista, e Cidades reveladas, do fotógrafo Cristiano Mascaro, publicado em 2006.

Aos poucos, incorporaram-se a esse acervo outros temas, como história e política. Também nessas áreas a editora buscou transcender o lugar-comum, selecionando obras e autores aos quais dificilmente o leitor brasileiro teria acesso. É o caso do romancista e ensaísta Marcos Aguinis, ex-secretário nacional de Cultura da Argentina, que combina humor e lucidez nas páginas de O atroz encanto de ser argentino. O jornalista e historiador mexicano Héctor Aguilar Camín, por sua vez, joga luz sobre os desafios da construção da democracia na América Latina nas páginas da obra México: a cinza e a semente.

Em 2002, a editora começou a enriquecer seu catálogo com a publicação de biografias. O primeiro título, o delicioso Duveen: o marchand das vaidades, do ensaísta e dramaturgo S.N. Behrman, revela os bastidores do mundo das artes a partir da vida de Joseph Duveen, considerado o maior marchand de todos os tempos, responsável pela entrada maciça dos americanos nesse mercado. No ano seguinte foi a vez de Esboço para um auto-retrato, do historiador e crítico de arte Bernard Berenson, um dos maiores especialistas do mundo no Renascimento italiano.

No mesmo ano em que começou a lançar biografias, a BEĨ consolidou a coleção Entenda e aprenda, da qual fazem parte hoje onze títulos que desvendam diferentes temas da atualidade de modo acessível e abrangente. Outro pilar da editora é a coleção Guias Unibanco Brasil, em que roteiros turísticos do país são apresentados por meio de textos opinativos que enfatizam o patrimônio artístico e cultural das regiões retratadas.

Em 2007 iniciou-se a publicação da coleção Educação do olhar, que já tem lançados os volumes Ricardo Legorreta: sonhos construídos, Oscar Niemeyer: uma arquitetura da sedução e Cristiano Mascaro: desfeito e refeito. Com a intenção de proporcionar ao leitor não-iniciado as condições necessárias para a descoberta da linguagem da arquitetura, das artes plásticas e da fotografia, os livros trazem a experiência de mestres em diferentes áreas. É apenas mais um entre os projetos nascidos do desejo de oferecer um pouco mais – mais informação, mais beleza, mais prazer na leitura.

   
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